Policia Civil

13/06/2018

Assaltos caem quase pela metade na região de Maringá

O primeiro trimestre de 2018 marcou uma queda de 41% nos roubos na região de Maringá, Noroeste do Paraná. Tanto nos casos de assaltos a residências, de carros, a comércios e em locais públicos, as estatísticas mostram uma robusta redução neste tipo de crime, que envolve violência ou grave ameaça às vítimas.

A maior queda ocorreu nos roubos a comércio, com 48% menos ocorrências neste ano, se comparado aos mesmos três meses iniciais de 2017: de 132 para 69 casos. O ataque a residências diminuiu de 100 para 62 este ano, ou seja, queda de 38% nesta atividade criminosa. O roubo a veículo também. Foram 41,6% de ocorrências a menos (de 125 para 73). Em locais públicos, a queda foi de 38% do número de assaltos, de 614 para 380.

Os dados fazem parte do relatório divulgado nesta terça-feira (12) pela Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) e leva em conta os registros dos três primeiros meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2017.

A quantidade de furtos diminuiu 7,6% no geral este ano em toda a região de Maringá. O destaque foi a redução no registro de furtos a residências – queda de 21,7%. Ainda houve redução de 1,3% no furto de veículos, queda de 5% a comércios e 6,5% a menos em locais públicos.

Maringá encabeça a 17.ª Área Integrada da Segurança Pública (AISP), que inclui outros 22 municípios computados no levantamento – Astrorga, Colorado, Doutor Camargo, Floresta, Flórida, Iguaraçu, Itaguajé, Itambé, Ivatuba, Lobato, Mandaguaçu Mandaguari, Marialva, Munhoz de Mello, Nossas Senhora das Graças, Ourizona, Paiçandu, Pitangueiras, Santa Fé, Santo Inácio, São Jorge do Ivaí e Sarandi.

MORTES – Também houve redução de 8% nos homicídios na região: eram 25 em 2017 e caiu para 23 este ano. A queda acompanha uma tendência estadual. O Paraná teve o menor índice de homicídios desde que os dados começaram as ser computados pela Sesp, em 2007. Foram 509 mortes neste ano, contra 628 em janeiro, fevereiro e março do ano passado, um declínio de 19%.

“A redução substancial nos crimes deve-se ao empenho dos investigadores que, após a notícia do crime já saem a campo, bem como à integração entre a Polícia Cientifica, Polícia Civil e Policia Militar”, avaliou o delegado-titular da 9.ª Subdivisão de Maringá, Pedro Fontana Ribeiro.

“Temos também o fortalecimento setor Antitóxico, pois combatendo as pequenas bocas de fumo, acabamos cortando um fato gerador da criminalidade, que é o trafico de drogas. Além disso, há grande solução nos casos de homicídios, razão pela qual também há uma queda neste sentido. Então, combatendo o tráfico e identificando os homicidas, a criminalidade tende a cair”, acrescentou Ribeiro.
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