Policia Civil

13/06/2018

Violência diminui no primeiro trimestre em Guarapuava

Menos assassinatos, assaltos e furtos. O primeiro trimestre de 2018 foi marcado pela diminuição da violência na região de Guarapuava. Os dados fazem parte do relatório divulgado nesta terça-feira (12) pela Secretaria da Segurança Pública do Paraná e levam em conta os registros dos três primeiros meses desde ano em comparação com o mesmo período de 2017.

A queda nos homicídios dolosos (quando há intenção de matar) foi de 18% (de 22 para 18 mortes). O retrato da região segue uma tendência estadual. O Paraná teve o menor índice desde que os registros começaram a ser compilados pela Sesp, em 2007. Foram 509 mortes, contra 628 em janeiro, fevereiro e março do ano passado.

O levantamento realizado pela Coordenadoria de Análise e Planejamento Estratégico (Cape) confirma uma sequência de queda nos homicídios no Paraná. A contagem total de 2017 já havia sido a menos em dez anos, com 2.184 mortes.

Guarapuava integra a 7.ª Área Integrada de Segurança Pública, que é a divisão estadual feita para fins estatísticos, que inclui ainda Boa Ventura de São Roque, Campina do Simão, Candói, Foz do Jordão, Guarapuava, Manoel Ribas, Mato Rico, Nova Tebas, Pinhão, Pitanga, Prudentópolis, Reserva do Iguaçu, Santa Maria do Oeste e Turvo.

“Houve uma redução bastante significativa em vários setores como, por exemplo, homicídio e principalmente nos crimes contra o patrimônio, sejam eles furtos e roubos contra os cidadãos, veículos, comércios e residências”, afirmou o delegado- titular as 14.ª Subdivisão Policial (SDP) de Guarapuava, Rubens Miranda Júnior.

Os roubos na região caíram em todas as modalidades: em locais públicos
(-49,5%), à residência (-11,5%), ao comércio (-22,2%) e de veículos (-31,4%). Declínio também nos furtos: em locais público (-38%), à residência (-32%), ao comércio (-37,4%) e de veículos (-49,2%).

“Isso tem demonstrado que o trabalho feito de forma inteligente e integrado da Polícia Militar e Civil tem dado resultado bastante positivo, sendo que nos últimos meses, quadrilhas foram presas, algumas percebendo essa atuação mais firme, por parte da polícia, acabaram mudando de local ou sendo presos”, reforçou o delegado.
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