Policia Civil

17/05/2019

Estande da PCPR leva equipamentos de operações especiais à Expoingá

Estande da Polícia Civil do Paraná (PCPR) expõe equipamentos de operações especiais na Expoingá, em Maringá. São diversos tipos de armas, coletes e demais itens fundamentais para ações policiais de alto risco que ficam expostos até domingo (19) aos visitantes. A estrutura ainda oferece experiência de tiro com arma airsoft ao público em geral, o que tem lotado o estande desde o início do evento.

A exposição da PCPR acontece entre 17h e 23h e permite a proximidade da população com a rotina policial. Entre as armas expostas estão: fuzil calibre 762, espingarda calibre 12, submetralhadora .40, metralhadora MP5 9 milímetros, fuzil M4 calibre 556, fuzil sniper e lançador de granada 40 milímetros. Uma van utilizada pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre - PCPR), coletes, escudos, munições e equipamentos utilizados para arrombamento, também integram o estande.

A experiência de tiro ainda proporciona a entrega de brinde aos participantes. Durante o final de semana, filas se formaram ao redor do espaço para manusear o airsoft e atirar em direção ao alvo. A participação de crianças e adolescentes é autorizada somente com acompanhamento dos pais.

A relação próxima da população com policiais do Tigre e da Subdivisão Policial de Maringá no estande tem sido positiva para apresentar uma amostra trabalho da PCPR. 

Na mesma área da Expoingá a Delegacia Móvel de Atendimento ao Futebol e Eventos (Demafe) oferece cobertura policial aos visitantes. O ônibus tem estrutura para registro de boletim de ocorrência, termo circunstanciado e autuação de flagrante, além de estar apto à fiscalização de drones de terceiros não autorizados para operar na área do evento.

TIGRE – O grupo especializado da PCPR foi fundado em 1990 com a função principal de combate aos sequestros, que na época estavam ocorrendo em grande número no Paraná. O emprego de pessoal, técnicas e armamento especializado foi de fundamental importância para a queda no número de crimes desse tipo.

Se na década de 90 ocorriam até quatro situações concomitantes de extorsão mediante sequestro no Paraná, hoje o número está em cerca de quatro casos por ano. A forte redução na incidência de crimes com reféns ao longo dos anos fez com que o Tigre hoje possa dar apoio às unidades policiais em operações e cumprimento de mandados de alto risco.

O sucesso do Tigre no combate aos crimes envolvendo sequestro e pedidos de resgate é tão expressivo, que a PCPR é referência mundial neste tipo de operação. Policiais civis do Tigre constantemente são chamados a passar conhecimentos a equipes policiais e militares de várias partes do mundo.

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