V - Polícia Civil

17/01/2011

Delegacia de Campína Grande do Sul prende três homicidas

Depois de seis meses de investigação, policiais civis conseguiram prender João Antônio Haddad, Ai Barbosa de Assis e Joelson de Assis dos Santos, todos envolvidos na morte de Karina Andreata, ocorrida no dia 05/06/2010 

O corpo de Karina Andreata (31 anos) foi encontrado, por volta de 11h50min do dia 06/06/2010, às margens Campinado Rio Bonito, no quilômetro 53 da BR-116, a princípio sem sinais de violência, porém, estava com as calças arriadas e a blusa puxada, dando sinais de ter sido molestada sexualmente. Após seis meses de investigação, policiais civis da DP de Campina Grande do Sul apuraram que o fato ocorrera no sábado do dia 05/06/2010, quando João Antônio Haddad (20 anos), que estava com seu veículo Palio, cor branca, placa HPP-2702, juntamente com os colegas Ari Barbosa de Assis (42 anos) e Joelson de Assis dos Santos (20 anos), após terem ingerido bebida alcoólica e feito uso de maconha, foram até o Bailão denominado Mano a Mano, no Bairro Paiol de Baixo, zona rural daquele município, e lá estava Karina Andreata, que era namorada de Joelson. Saíram por volta de 04h30min, sendo que no banco de trás ficaram Joelson, Karina e Ari, e ambos tentavam fazer sexo com a vítima, porém, estando ela embriagada e possivelmente sob efeito de droga. Karina acabou passando mal, sendo que ao invés de ser socorrida, foi deixada desnuda às margens do Rio Bonito. Com a chegada do laudo necroscópico do IML, constatou-se que Karina morreu por asfixia mecânica (afogamento), pois, foi deixada às margens do Rio Bonito, e como estava inconsciente, acabou se afogando.
Com as provas testemunhas e periciais, foi representada pelas prisões preventivas dos suspeitos, sendo as mesmas decretadas pelo juízo local, tendo sido cumpridas as prisões na data de hoje (12/01/2011), pelos policiais civis da DP de Campina Grande do Sul/PR, com o apoio da Delegacia de Vigilância e Capturas – DVC. João Antônio Haddad, em seu interrogatório, contou detalhes sobre o caso, esclarecendo que na realidade Joelson de Assis não se conformava que sua namorada levava uma vida de garota de programa, e ele é que mandou que deixassem Karina as margens do Rio Bonito. Os presos ficam à disposição da Justiça local, respondendo pelo crime de homicídio qualificado, por dolo eventual (quando o autor prevê o resultado, mas não se importa com as consequências), com pena que varia de 12 a 30 anos de reclusão.


Fonte:
Delegacia de Manoel Ribas
Edição: Paulo

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