Núcleo de Combate aos Cibercrimes - NUCIBER

EVITE AGLOMERAÇÕES: antes de vir ao NUCIBER
Ligue para 3304-6800 e se informe

Situação de atendimento atípica devido ao COVID-19

Devido a pandemia do novo Coronavírus e em conformidade com o Decreto governamental nº 4230 e a Portaria Normativa 004/2020 do Delegado Geral da Polícia Civil do Paraná, o NUCIBER, visando diminuir a aglomeração de pessoas na unidade policial, está atendendo presencialmente de

  • SEGUNDA A SEXTA: das 9h às 12h e das 14h às 17h


SOMENTE para os crimes de

  • Exploração sexual de menores pela internet - "Pedofilia" (art. 240, 241-A, 241-B e 241-D do ECA)
  • Ameaças de morte pela internet ou meio eletrônico (art. 147 do Código Penal)
  • Extorsão pela internet ou meio eletrônico (art. 158 do Código Penal)

com vítimas domiciliadas em CURITIBA. Para as demais cidades da região metropolitana e interior, procure a delegacia da sua cidade.

 
O NUCIBER atende apenas residentes de CURITIBA

Responsabilidade do Nuciber

Conforme artigo 39 do Decreto nº 4.884/78 prevê que às Delegacias Especializadas compete a investigação dos crimes de sua atribuição no Município de Curitiba e considerando que o artigo 2º, III, da Resolução nº 293/05-SESP-PR que instituiu o Nuciber prevê que é sua atribuição “auxiliar os demais órgãos da Polícia Civil nas investigações e inquéritos policiais ou administrativos, quando haja necessidade de pesquisa na rede mundial de computadores”, evidencia-se que as situações ocorridas fora dos limites de Curitiba devem ser registradas e investigadas pela respectiva Delegacia da Comarca onde ocorreram, ficando este núcleo como suporte de auxílio no que tange às investigações envolvendo crimes cibernéticos. 

Reiterado via ofício 198/2020 via e-Protocolo 16.468.258-7 


Para os demais crimes de atribuição do NUCIBER verifique se é possível registrar ocorrência no site da Polícia Civil.

A vítima deve guardar o material probatório (em arquivos eletrônicos) para registro presencial do BO ou apresentação quando solicitado assim que a situação de atendimento se normalizar.

Núcleo de Combate aos Cibercrimes - NUCIBER
Rua Pedro Ivo, 672
Centro - 80010-020 - Curitiba - PR
Localização
41 3304-6800
Email: cibercrimes@pc.pr.gov.br

 


O NUCIBER – Núcleo de Combate aos Cibercrimes - foi criado no dia 18 de novembro de 2005, através da Resolução nº 293/05 da Secretária da Segurança Pública do Paraná, tornando a Polícia Civil do Paraná a primeira a contar com órgão específico para o combate aos crimes cometidos por meios eletrônicos.

O NUCIBER tendo em vista se tratar de um núcleo especializado, é responsável por atender os casos nos quais se é verificada a autoria desconhecida ou incerta, de vítimas domiciliadas em Curitiba, conforme dispõe o Regulamento da Polícia Civil de 28 de abril de 1978, no seu art. 42.

Desta forma, compete ao Núcleo a investigação das infrações penais cometidas com o uso ou emprego de meios ou recursos tecnológicos de informação computadorizada (hardware, software, redes de computadores e sistemas móveis de telefonia), bem como auxiliar os demais órgãos da Polícia Civil nas investigações e inquéritos policiais ou administrativos em crimes da mesma natureza.

Vários tipos de ocorrência podem ser registradas diretamente no site da Polícia Civil. Veja como:

1 - Acesse o endereço www.policiacivil.pr.gov.br/BO

2 - Selecione o tipo de crime que deseja registrar ocorrência, sendo:

  • Ocorrência por estelionato - golpes envolvendo “clonagem” de whatsapp, vendas falsas, falsos sites de leilão, boletos falsos, utilização de dados falsos para compras pela internet, falsos funcionários de bancos solicitando informações de senhas.
  • Ocorrência por furto - invasões de contas de redes sociais, invasão e movimentação de contas bancárias através da internet.

3 - Preencha os dados conforme solicitado.

4 - Caso esteja tudo correto, você receberá seu boletim de ocorrência em seu e-mail. Nele estará para qual delegacia sua ocorrência foi encaminhada.


Em caso de dúvidas e outros tipos de crime, entre em contato com o NUCIBER antes de ir até a DELEGACIA.

Qualquer dúvida sobre como registrar boletim de ocorrência pelo site da Polícia Civil, entre em contato com a DELEGACIA ELETRÔNICA.

 

Documentos - confecção de Boletins de Ocorrência

Para todos os casos é necessário providenciar e apresentar todas as provas acerca do caso por meio de arquivos eletrônicos: pendrives, mídias óticas (CD, DVD etc.) ou outro dispositivo de armazenamento móvel de dados. Não serão aceitas provas em meio impresso (papel).

Para confecção de qualquer Boletim de Ocorrência é obrigatória a apresentação do documento de identidade.


Principais casos:

1 - Furto: ex. movimentações na conta corrente da vítima por terceiro não autorizado

  • extrato da conta movimentada, o qual demonstre o valor subtraído.


2 - Estelionato: ex. compra de produto em site fraudulento

  • e-mails trocados com os responsáveis pelo site;
  • comprovante de pagamento da compra realizada.


3 - Crimes contra a honra e ameaça (redes sociais):

  • "printscreen" das mensagens criminosas;
  • "printscreen" do perfil do autor das mensagens;


4 - Crimes contra a honra e ameaça (telefonia móvel):

  • foto ou impressão das mensagens criminosas;
  • foto ou impressão do horário, da data e do número de telefone do autor das mensagens.


IMPORTANTE
Em redes sociais, como por exemplo Facebook, Instagram, faça o "printscreen" utilizando navegador de internet em um COMPUTADOR, e não no celular, de maneira que apareça a URL completa ("link") do perfil na tela do navegador e também a data e hora do print. Faça o "printscreen" em tela cheia, sem cortar partes da tela.

Quais denuncias podem ser registradas no NUCIBER?
Crimes cometidos através de meios eletrônicos ou telefonia móvel, os quais possuam autoria incerta ou desconhecida, e a vítima tenha domicílio em CURITIBA, são de atribuição do NUCIBER. Os casos que sejam de autoria conhecida (a vítima sabe quem cometeu o crime) devem ser registrados nos Distritos Policiais.

Moro na Região Metropolitana de Curitiba ou no interior. Onde devo registrar ocorrência de um cibercrime?
Deve registrar ocorrência na delegacia da sua cidade ou pelo site da polícia civil. Conforme decreto de criação, o NUCIBER só atende ocorrência de domiciliados em CURITIBA.

Quais são os documentos necessários para registrar um Boletim de Ocorrência?
Confira em Boletins de Ocorrência - Documentos

Menores de 18 anos podem registrar Boletim de Ocorrência?
Em regra, menores de 18 anos só poderão registrar Boletim de Ocorrência caso estejam acompanhados por um responsável. Exceção se faz nos casos que os interesses do menor colidam com os interesses de seus responsáveis.

É possível registrar Boletim de Ocorrência em nome de Pessoa Jurídica?
Sim. No entanto, em casos de crimes de Difamação ou Invasão de Dispositivo é necessário que o noticiante apresente os documentos de constituição da Pessoa Jurídica (Contrato Social, Estatuto Social etc.), bem como procuração para agir em seu nome.

Residentes de outros Estados da Federação podem registrar ocorrência no NUCIBER?
Não. Residentes de outras localidades devem procurar os órgãos responsáveis por crimes cibernético em seus respectivos Estados. Caso o Estado em questão não possua um órgão especializado, é necessário buscar atendimento na delegacia mais próxima.

 

Golpes mais Frequentes

O que aconteceu com você?

  1. Você perdeu o acesso ao seu número de WhatsApp (WhatsApp clonado)?
  2. Você fez depósito a pedido de algum contato que teve o WhatsApp clonado?
  3. Um número diferente do seu está usando sua foto, se passando por você e solicitando valores para seus contatos?
  4. Como se precaver?

 

 

1. Você perdeu o acesso ao seu número de WhatsApp (WhatsApp clonado)?

 

Como ocorre?

Através de engenharia social (o autor se passa por funcionário de alguma empresa, pesquisador, comprador ou vendedor) e solicita um código enviado por SMS. Esse código é o código para ativar o número do whatsapp da vítima em outro aparelho. A vítima perde acesso imediatamente ao aplicativo e o autor passa a solicitar aos seus contatos depósitos em dinheiro se passando pela vítima.

   

O que fazer?

  1. Avise seus contatos e familiares sobre a fraude para evitar que alguém atenda o pedido de depósito, pagamento, transferência, etc
  2. Envie um e-mail para support@whatsapp.com com o assunto “Perdido/roubado/clonado: por favor, desative minha conta" e no corpo da mensagem escreva seu número de telefone, com código do país e DDD. Por  exemplo, um telefone celular do Brasil, de Curitiba: +55 41 9xxxx-xxxx.
  3. A empresa irá desativar sua conta e, após algum tempo, irá disponibilizá-la para instalação novamente.
  4. Quando o golpista tiver habilitado a verificação em duas etapas, reinstale o número no WhatsApp e digite de forma errada o código diversas vezes até bloquear a conta.

 

Você deseja registrar ocorrência ?

Acesse o endereço www.policiacivil.pr.gov.br/BO e selecione o crime de ESTELIONATO. Então siga as instruções da página preenchendo:

  1. Noticiante: seus dados.
  2. Autor: como você não conhece o autor, selecione a opção “não vi o autor”.
    Tela do sistema para registro de estelionato

     

     

     

  3. Objetos: não precisa incluir.
  4. Ocorrência: por ser um crime realizado pela internet, coloque seu endereço como local da ocorrência.
  5. Descrição da ocorrência: faça uma breve descrição dos fatos. Abaixo um exemplo:
    “no dia e hora citados, perdi o acesso a minha conta do whatsapp +55419XXXXXXXX devido a acesso realizado por pessoa desconhecida. Essa pessoa se comunicou com meus contatos se passando por mim e solicitando valores por meio de depósitos bancários”.

Qualquer dúvida sobre como registrar boletim de ocorrência pelo site da polícia civil, entre em contato com a DELEGACIA ELETRÔNICA.

 

 

2. Você fez depósito a pedido de algum contato que teve o WhatsApp clonado?

 

Como ocorre?

Algum contato seu teve o número do whatsAPP “clonado”, ou seja, outra pessoa que não o verdadeiro dono está utilizando o número, e começa a solicitar depósitos em contas de terceiros usando a desculpa de estar sem dinheiro ou de não conseguir fazer transferência por estar com o limite “estourado”.

 

O que fazer?

  1. Entre em contato com o número através de chamada de voz pelo telefone, nunca pelo aplicativo, e verifique o que está acontecendo.
  2. Caso tenha feito algum depósito, procure o gerente da sua conta para tentar cancelar as transações. Você pode tentar ligar para a agência bancária em que foi realizado o depósito. Procure em site de buscas pelo nome do banco e número da agência e entre em contato.
    A POLÍCIA CIVIL NÃO REALIZA ESSE TIPO DE PROCEDIMENTO.

 

Você deseja registrar boletim de ocorrência?

Acesse o endereço www.policiacivil.pr.gov.br/BO e selecione o crime de ESTELIONATO. Então siga as instruções da página preenchendo:

  1. Noticiante: seus dados.
  2. Autor: como você não conhece o autor, selecione a opção “não vi o autor”.
    Tela do sistema para registro de estelionato

     

     

     

  3. Objetos: você pode incluir os valores depositados, porém não é obrigatório.
  4. Ocorrência: por ser um crime realizado pela internet, coloque seu endereço como local da ocorrência.
  5. Descrição da ocorrência: faça uma breve descrição dos fatos. Abaixo um exemplo:

“no dia e hora citados, meu contato Fulano telefone +5541XXXXX-XXXX através do aplicativo whatsapp solicitou transferência bancárias de valores e realizei os depósitos nas seguintes contas AG 00 Conta 0000 Banco Tal em nome de Ciclano CPF 0000 no valor de R$ 00,00. Até o momento não consegui reaver os valores ou reavi parte dos valores ou consegui reaver todos os valores. Depois verifiquei não se tratar do meu contato e sim de outra pessoa se passando por ele”.

Qualquer dúvida sobre como registrar boletim de ocorrência pelo site da polícia civil, entre em contato com a DELEGACIA ELETRÔNICA.

 

 

3. Um número diferente do seu está usando sua foto, se passando por você e solicitando valores para seus contatos?

 

Como ocorre?

O golpista utiliza um número qualquer, porém obtém sua foto do seu whatsapp ou da sua rede social e, se passando por você, solicita depósitos bancários para sua lista de contatos. Essas listas de contatos podem ser obtidas pelas redes sociais ou outros meios de vazamento de dados, como o vazamento de CPFs ocorridos recentemente.

 

O que fazer?

  1. Avise seus contatos e familiares sobre a fraude para evitar que alguém atenda o pedido de depósito, pagamento, transferência, etc
  2. Denuncie o perfil dentro do aplicativo clicando sobre o contato e indo até a última opção ou indo ao começo da conversa e selecionando a opção de Denunciar contato
    Tela do whatsapp com botao denunciar contato
    Tela do whatsapp com botao denunciar

     

     

Você deseja registrar ocorrência?

Acesse o endereço www.policiacivil.pr.gov.br/BO e selecione o crime de ESTELIONATO. Então siga as instruções da página preenchendo:

  1. Noticiante: seus dados.
  2. Autor: como você não conhece o autor, selecione a opção “não vi o autor”.
    Tela do sistema para registro de estelionato

     

     

     

  3. Objetos: não precisa incluir.
  4. Ocorrência: por ser um crime realizado pela internet, coloque seu endereço como local da ocorrência.
  5. Descrição da ocorrência: faça uma breve descrição dos fatos. Abaixo um exemplo:
    “no dia e hora citados, uma pessoa se passando por mim utilizando o número +5541XXXXX-XXXX com a minha foto, entrou em contato com conhecidos solicitando transferência de valores (caso tenha as contas e valores transferidos, cite aqui)”.

Qualquer dúvida sobre como registrar boletim de ocorrência pelo site da polícia civil, entre em contato com a DELEGACIA ELETRÔNICA.

 

 

4. Como se precaver?

  • Habilite a confirmação em duas etapas em sua conta do WhatsApp
  • Não repasse códigos fornecidos por SMS ou outra informação sem antes entrar em contato com as empresas em questão através de canais de atendimento oficiais.
  • Lembre que, como regra, grandes empresas na Internet não mantém contato com clientes através de aplicativos de mensagens.

 

Artigos a respeito

Email em tom ameaçador, mostrando uma senha da vítima e dizendo ter fotos e vídeos íntimos.

A vítima recebe um e-mail, normalmente em inglês, no qual o teor é de que o “hacker” está de posse de fotos e vídeos íntimos da pessoa, feitos pela webcam do computador, ou que sabe da lista de sites pornográficos supostamente acessados pela vítima. A fim de comprovar que “está falando a verdade”, no corpo deste e-mail é exibida uma senha real da vítima, normalmente uma senha antiga. Em troca de que tais informações não sejam divulgadas para os familiares e amigos da vítima, o “hacker” solicita um pagamento em bitcoins.

O que ocorre é que, em regra, o “hacker” não está de posse nem de foto, nem de vídeos, nem de histórico de sites visitados pela vítima, ele só tem a priori a senha.

 

"E como alguém tem a minha senha?"

No passado, houve vazamento/invasão em bancos de "passwords" de alguns serviços de e-mails e outros serviços web. Tais acontecimentos, infelizmente, são de certa forma frequentes, basta pesquisar na Internet sobre tal assunto.

De posse dessas bases de dados, com grandes volumes de senhas e usuários, pessoas mal intencionadas criaram “scripts” (programas que fazem rotinas de computador de forma automática) que associam o login de usuário com a senha e disparam e-mails em massa (“spams”), contendo mensagens do teor descrito, com o objetivo de causar temor e que a pessoa deposite valores em bitcoins.

 

O que fazer?

Como dito, em regra, o criminoso não tem nada além da sua senha, que normalmente é uma senha antiga.

Sugere-se trocar as senhas como medida de segurança e ignorar o e-mail.

Se não houve o depósito do valor solicitado, não há que se falar em crime, logo não é necessário registrar BO, pois "spam" no ordenamento jurídico brasileiro não é crime (seria um mero ato preparatório).

Se houve o depósito, sugere-se registrar BO pelo crime de estelionato.

Este golpe ocorre geralmente com anúncios de veículos nos sites OLX, Marketplace do Facebook e outras plataformas de comércio. Geralmente o golpista procura um produto já anunciado e faz outro anúncio igual copiando as fotos e informações.

 

Você é o vendedor

 

Como funciona?

Um possível comprador - o golpista - entra em contato com você apresentando interesse pelo produto (na maioria dos casos um veículo), porém diz que irá comprar para pagar uma dívida de parente ou conhecido. Ele diz que esse parente irá ver o veículo e pede para que você não negocie valores com ele e que diga que está usando o produto para pagar uma dívida com o autor. Assim a outra vítima vai até o vendedor verdadeiro, vê o produto, realiza o pagamento na conta indicada pelo autor - que está intermediando a venda e indica a conta de uma terceira pessoa para fazer a transferência - , combina o encontro para entrega do produto (geralmente um cartório quando o produto é um veículo) e o verdadeiro dono do veículo não recebe valor algum.

 

Como se precaver?

  1. Nunca aceite negociar com alguém que não seja diretamente o interessado;
  2. Nunca minta ou omita um fato ao comprador quando este for verificar o produto;
  3. Negocie diretamente e pessoalmente com o comprador quando for visitá-lo;
  4. Evite fazer o depósito em contas de terceiros, ainda mais se estes não forem os proprietários do veículo ou quando são contas de outros estados;
  5. Denuncie o contato do WhatsApp como golpe

 

 

Você é o comprador

  

Como funciona?

Você encontra um produto à venda - geralmente um veículo - com preço abaixo do valor de mercado. Ao entrar em contato com o vendedor, ele diz que o produto é de um parente dele e que será usado para pagar uma dívida que esse parente tem. O vendedor lhe orienta a visitar esse parente - que é o verdadeiro vendedor - e diz para que você não faça nenhuma negociação de valores com ele. Após combinar a venda com você, este vendedor lhe envia dados de uma conta para depósito. Esta conta nunca está em nome do verdadeiro proprietário do produto e, quando o comprador e o verdadeiro dono do produto se encontram para concretizar o negócio, descobrem que caíram no golpe.

 

Como se precaver?

  1. Nunca aceite negociar com alguém que não seja diretamente o interessado;
  2. Nunca minta ou omita um fato ao vendedor quando for verificar o produto;
  3. Negocie diretamente e pessoalmente com o comprador quando for visitá-lo;
  4. Evite fazer o depósito em contas de terceiros, ainda mais se estes não forem os proprietários do veículo ou quando são contas de outros estados;
  5. Denuncie o contato do WhatsApp como golpe.

 

Como registrar ocorrência

 

Acesse o site www.policiacivil.pr.gov.br/BO e selecione o crime de ESTELIONATO. Então siga as instruções da página preenchendo:

  1. Noticiante: seus dados.
  2. Autor: como você não conhece o autor, selecione a opção “não vi o autor”.
    Tela do sistema para registro de estelionato

     

     

  3. Objetos: não precisa incluir.
  4. Ocorrência: por ser um crime realizado pela internet, coloque seu endereço como local da ocorrência.
  5. Descrição da ocorrência: faça uma breve descrição dos fatos. Abaixo um exemplo:
    “no dia e hora citados, ao negociar um produto no site OLX/FAcebook/MercadoLivre  o vendedor fulano telefone 4199999999 negociou comigo o produto tal informando a conta para pagamento banco tal agência 0 conta 0 em nome de ciclano cpf 000. Após visitar o dono veículo realizei o pagamento e verifiquei tratar-se de um golpe”
  6. Armazene as provas (prints de telas, conversas) em um local seguro e aguarde contato para futura apresentação na delegacia. No cabeçalho do seu boletim de ocorrência está a delegacia para a qual a ocorrência foi encaminhada.

Qualquer dúvida sobre como registrar boletim de ocorrência pelo site da polícia civil, entre em contato com a DELEGACIA ELETRÔNICA.